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sábado, 7 de fevereiro de 2015

REFLEXÕES DO SÉCULO XXI

DEUS NÃO ESTÁ MORTO, DEUS NÃO EXISTE!



Há milhares de anos, o homem teceu para si a ideia de “Deus”. Não apenas o seu criador, do mundo e de todas as coisas, mas um ser todo-bondade, cujo bem é seu único atributo, embora, para tanto, também seja onipotente, onisciente e onipresente, qualidades sem as quais ele não poderia ser o detentor de todo o bem. Dizem que essa ideia surgiu por pura necessidade – era preciso atribuir uma causa para todas as coisas; uma força, uma entidade, um ser, que também, e necessariamente, fosse causa sui, para que não houvesse uma busca por causas das causas ad infinitum.

A Religião se apropriou desse “Deus”, e tudo seria menos complexo se ela fosse uma só – “a religião da humanidade com um único Deus”. Mas não! Ela se diversificou em muitas e, ao mesmo tempo, diversificou a ideia de “Deus”. De tal modo que “Ele” não parece o mesmo em cada uma delas. Durante muito tempo, em algumas das religiões mais antigas de que se tem conhecimento, “Ele” nem mesmo era “um” – por lá se adoravam “deuses”, cada qual útil a certas necessidades humanas. Então, adorava-se ao “deus” que lhe conviesse – o que, efetivamente, gerou mais dissidências e divergências. Em outras, nem mesmo era “Ele” – era “Ela”, um “deus feminino”, ou seja, uma “deusa”.

O hinduísmo, uma das grandes religiões do mundo em quantidade de seguidores, tem um panteão repleto de deuses e deusas que, ao que dizem, convergem para um único ser supremo, mas são variados os nomes que dão a "Ele", segundo a variedade de seitas que existem no Oriente. E esse ser supremo tanto pode ter uma aparência antropomórfica, como é o caso de Krishna, quanto a de um animal, como Vishnu, que, às vezes, é retratado como um peixe. Dizem que a religião budista é uma “religião sem Deus ou deuses”. Buda, ou melhor, os budas, como Siddharta Gautama, são seres elevados – homens que chegaram à excelência da qualidade humana, e decidiram zelar por nossa espécie, muitos deles renunciando ao Nirvana, que corresponderia no cristianismo a “chegar ao céu”. Mas, no caso budista, não fica muito bem explicado que “céu nirvânico” seria esse, quem o teria criado e qual a necessidade dele estar “lá”. Os hebreus, cuja religião é o judaísmo, dão ao seu “Deus” o nome de “Jeová” – o deus guerreiro. Um deus que exige do seu povo  adoração, obediência e uma vida irrepreensível. Quando tais requisitos não são observados, é muito comum que Deus-Jeová produza muitas calamidades, causando mesmo até a morte de milhares ou milhões (vide o Velho Testamento) – o que, certamente, já nos dá o direito de considerar que não há aí qualquer possibilidade de Jeová ser “todo-bondade”.

A Bíblia é um livro complexo que tenta “amarrar” numa só verdade ou compreensão deuses bastante diferentes, a saber: o guerreiro Jeová dos judeus e o Pai no Céu, anunciado por Jesus Cristo. Isto é, tenta nos fazer crer que o Jeová, que se ira com muita facilidade (até porque os homens são imperfeitos e cometem erros a todo momento), é o mesmo que “amou o mundo de tal maneira que enviou seu próprio filho, para sacrificar-se pelos homens pecadores”. O que aconteceu ao velho Jeová? Teria o seu coração amolecido com o passar dos anos? Por que não destruir todos os pecadores, como fizera outrora aos de Sodoma e Gomorra? O que pessoas como Maria Madalena, uma prostituta, que pelas leis judaicas deveria ser apedrejada em praça pública, e Pedro, um covarde, que negou por três vezes ser seguidor do Cristo, teriam de tão especial aos olhos de “Deus-Jeová” que merecessem, assim como outros milhões de semelhantes a eles, o sacrifício do “Cordeiro de Deus”? Difícil saber, não é mesmo? Então, fica a indagação, para , quem sabe, uma resposta plausível a posteriori, quando a humanidade poderá está mais madura para questões tão complexas (caso os homens não concluam seu intento de destruírem-se uns aos outros em nome de Deus, como têm feito até aqui, é claro!)

O islamismo chama seu “Deus” de “Alá” e, assim como o cristianismo tem seu livro sagrado e seu profeta maior, ele também tem os seus: o Alcorão e Maomé, respectivamente. Os muçulmanos são muitos devotados e praticam um culto bastante rigoroso, com rituais que não podem deixar de ser observados, sob pena de o faltoso ser considerado um infiel e sofrer duríssimas penalidades por parte de sua comunidade. O islamismo também exige respeito até dos que não professam sua fé. O que está bastante claro na atualidade, com todos esses eventos, que a imprensa insiste em veicular com termos disfarçados. Durante anos, na Idade Média, a Igreja Católica promoveu um grande conflito entre muçulmanos e cristãos, nos episódios que foram chamados de “As Cruzadas". Por Trás de toda fé e de toda propaganda articulada pelo Vaticano, o objetivo era mesmo retomar terras consideradas da cristandade das mãos dos mouros (muçulmanos) – locais considerados sagrados, porque lá estivera ou vivera o Cristo. O certo é que todas essas dissidências ou divergências de pensamento dificultaram, e ainda dificultam, uma compreensão cabal da existência de Deus e do que ou quem seria “Ele”.

Na segunda metade do século 19, o filósofo Friedrich Wilhelm Nietzsche (1844-1900) declarou, através do protagonista do seu livro “Assim falava Zaratustra”, “Deus morreu”, e já em "A Gaia Ciência" (Aforismo 125), o filósofo se delonga em expor questionamentos que muitos se fariam decorrentes da tomada de consciência da "morte de Deus". O filósofo teve uma vida repleta de males e, nos últimos anos de existência, sua saúde deteriorou bastante, culminando em loucura, o que fez com que seus adversários e desafetos, os cristão mais precisamente, fizessem também uma declaração contra ele, parafraseando-o ironicamente: “Deus disse ‘Nietzsche está morto!'”. Nesse pormenor, os cristãos podem bater no peito, vitoriosos: realmente Nietzsche está morto e a ideia Deus ainda sobrevive até os dias de hoje.

No entanto, há sobejas evidências de que nem cristãos, nem judeus, nem muçulmanos, nem ateus, nem seguidores do filósofo Nietzsche, estão com a razão. Não há nenhuma prova (ou mesmo vestígios) de que um Deus-bondade, um Deus-guerreiro ou um Deus-justiça exista (ou "seja"). O que a Razão pode nos levar a perceber é que a ideia Deus tornou-se um disparate diante de tudo o que testemunhamos, não só ao longo da História, como também no nosso dia-a-dia. O que há em nossa existência é o total desamparo por parte de qualquer ser ou força suprema, exceto os atributos que nos foram dados pela mãe Natureza. A sentença de Nietzsche foi mal interpretada por muitos (sobretudo pelos obtusos cristãos). O filósofo não pretendia informar sobre a morte de uma “divindade suprema”; ele vaticinava, esperançoso, a morte da ideia “Deus”. Uma ideia que, embora para os religiosos seja salutar e benfazeja, para o homem não-religioso, que faz uso da razão, que observa o mundo e o quer modificar, é uma ideia totalmente perniciosa e falaciosa. Por quê? Muito simples! Esse “Deus” (fosse Ele o que) não faz (nem faria) desse mundo, ou das pessoas desse mundo, algo melhor, sendo Ele próprio motivo de intolerância, desavenças pequenas e guerras descomunais. Somente um grandíssimo tolo, na verdade, um insano, conseguiria ver em qualquer coisa que se pudesse atribuir a “Ele” algo de “plena bondade ou justiça”.


Este mundo pode parecer “cosmos” (ordenado) em suas leis gerais, ou seja, que não levam em consideração os atos humanos (o fato de serem bons ou maus, ou agirem bem ou mal); leis que equilibram este Universo, de maneira que sintamos certa segurança na regularidade quase invariável das coisas. Basta observarmos que todos estamos sujeitos aos mesmos horrores, às mesmas vicissitudes, às mesmas calamidades etc, etc. Ninguém está a salvo de uma doença terrível, de uma morte violenta e injusta, ou de qualquer outro fatalidade medonha. Somos todos vítimas do tempo, da sorte, dos que não nos querem bem e dos que simplesmente, sem qualquer razão, podem nos fazer o mal. Nenhum “Deus” apresentado até agora pelas religiões se demonstrou nosso “protetor”, “pai” ou “amigo”, no sentido em que esses termos têm sua melhor definição. Estamos totalmente desprotegidos e sós, a despeito de todas as orações, todas as adorações, todos os nossos atos de fé, todos os nossos pedidos de clemência. A verdade é que estamos como naus à deriva, e o nosso medo nos faz clamar pelo invisível, ou pior, pelo inexistente.


Os milhares de anos de adoração em vão, de cultos e rituais pueris e insanos, não foram ainda suficientes para nos despertar dessa “loucura” – queremos “Deus”; queremos qualquer “Deus”; queremos qualquer coisa que nos dê alívio, paz, segurança. Por isso mantemos a chama acesa no altar da esperança – seremos salvos pelo sangue de um justo, pela espada de um guerreiro ou pelo favor da morte, a única até agora capaz de tirar de sobre nossos ombros o peso da existência e da condição falaciosa de “condenados à liberdade”. “Liberdade” já deveríamos saber há muito o que é: uma gaiola imensa, da qual não conseguimos ver as grades, senão quando esbarramos nelas. E então dizemos: “Melhor assim! Lá fora poderia ser pior para mim!”. Esse pensamento não é raciocínio, é medo. Não temos medo de Deus nem do que Ele pode nos dá ou tirar (afinal Ele é bom, não é?) – temos medo de nós mesmos, pois assim é que nos ensinaram, porque de outra forma jamais adoraríamos um “Deus”; jamais inventaríamos um “Deus”; jamais sequer cogitaríamos tal possibilidade. Portanto, que seja o medo o guardião de todo e qualquer “Deus”. Pelo medo (se preferirem termos bíblicos, “pelo temor) Deus está justificado... Mas nem por isso “Ele” existe!

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

BUDA, A JOIA RARA DO MUNDO


“Havia em Kapilavastu, um rei sákia, firme em seus propósitos e reverenciado pelos homens, um dos descendentes de Ikchvaku, chamado Suddhodana. Sua esposa, Mayadevi, era maravilhosamente bela, como um lírio aquático, e de coração tão puro como a lótus. Qual rainha do céu, vivia na terra, imaculada e pura de desejos. Seu real marido reverenciava-a por sua santidade, e o espírito de verdade desceu sobre ela.”

Não fossem os nomes incomuns, esse trecho, retirado do livro O Evangelho de Buda, seria facilmente confundido com a história natalina, que narra a concepção do menino Jesus e seus pais, José e Maria. Mas, como acabo de explicar, esse é o relato sobre os pais de Siddhartha Gautama, mais conhecido como o Buda (ou Sakyamuni, o sábio entre os sákyas). Por volta de 565 a.C, nascia em Lumbini*, hoje território ao sul do Nepal, o filho do rei Suddhodana, que renunciou a tudo para buscar a “iluminação” e trazer respostas ao mundo sobre a causa do sofrimento e de todas as misérias existenciais. Embora envolto por riquezas e protegido pelo pai de ter contato com doentes, velhos e pobres, “para não conhecer as misérias do mundo”, e, além disso, mais tarde se casar com a bela Yashodara, nada disso impediu que aquele menino, a quem se dizia “predestinado”, empreendesse uma viagem solitária até a floresta e lá, debaixo de uma árvore, se pusesse a meditar profundamente em busca das respostas que tanto desejava.

“Siddhartha sentou-se sob a frondosa árvore Bo, chamada também Azvattha, ou Banano, e entregou-se aos seus pensamentos, meditando sobre a vida e a morte, os males e a decrepitude. Concentrando seu espírito, libertou-se de toda confusão. Todos os vis desejos desapareceram e uma calma perfeita o inundou completamente.”

Siddhartha foi contemporâneo do sábio grego Sócrates e sábio chinês Confúcio, mas Jesus, ao que se sabe, só nasceria uns cinco séculos depois deles. Termos como compaixão, piedade e humildade, que parecem tão próprios do cristianismo, já eram usados e praticados bem antes do Cristo. Naqueles tempos, por toda aquela região circundante do Himalaia, o que havia era o Brahmanismo. Siddhartha, depois de desperto e até mesmo antes de alcançar a iluminação, já questionava os rituais bramânicos e adoração aos deuses.

“O Tathágata foi depois ver os sacerdotes que oficiavam nos templos, e seu ser compassivo estremeceu ao presenciar a inútil crueldade realizada ante os altares dos deuses.
– Unicamente por ignorância esses homens realizam ruidosas festas e convocam magnas assembleias para celebrar cruentos sacrifícios. Vale mais adorar a Verdade do que o vão desejo de agradar os deuses com efusão de sangue”; e acrescentou: “Os ritos são ineficazes; as orações são fórmulas vãmente repetidas; os feitiços carecem de virtude salutífera.”

Antes, ele já teria dito: “Será que os deuses também estão precisando de auxílio? São tão fracos que não podem salvar os que com tristeza nos lábios os invocam?”
Somente um estudo criterioso sobre este tema, o budismo e o buda, poderá trazer à luz uma verdade há muito ofuscada pela força da tradição religiosa e popular – a de que, de forma nenhuma, o Buda renegaria e repudiaria o Bramanismo ou Vaishnavismo, para criar outro “ismo”. Somente aos sacerdotes, que se dizem herdeiros dos ensinamentos do Buda, interessa criar um rol de liturgias e ritos, para assim manter um séqüito de praticantes fiéis a um credo e não à Verdade, como se pode comprovar no que vem em seguida:
“Buda, homem santo completamente iluminado, continuou mantendo os pontos positivos da cultura existente e expurgando suas deficiências. Ele, que em resposta ao fanatismo ensinava a maravilha do espírito humano, reagiu com todas as suas forças contra o pensamento de que a humanidade era dividida em classes por natureza e como um médico, tendo reconhecido a doença, prescreveu o remédio e a sua posologia.
Buda com seus ensinamentos causou um grande reboliço pois rejeitava as seitas que continham instruções incorretas, preocupava-se com a igualdade humana, propagava princípios altamente humanísticos numa sociedade de castas, preocupava-se em desenvolver o pensamento e afastar as doutrinas enganadoras, bem como acabar com os complicados rituais. Além disso, pregava o amor, a compaixão e a simplicidade como caminho da purificação”, diz o monge budista Zen Getúlio Taigen.

Os homens comuns, sim, têm necessidade de fundar “ismos”, dedicar-se forçosamente a certas práticas, por mais insanas e dolorosas que sejam, no vã afã de domar seus instintos ou, como dizem, dominar a carne em nome do espírito. Tolos que são, pois nada disso foi ensinado pelo “Iluminado” e mesmo as suas prováveis reencarnações jamais perpetuariam tais tradições, uma vez que, sendo ainda ele mesmo, o mesmo Buda, seria um absurdo que desse apoio ao que outrora repudiara.

“O início do budismo está ligado ao hinduísmo, religião na qual Buda é considerado a encarnação ou avatar de Vishnu. Esta religião teve seu crescimento interrompido na Índia a partir do século VII, com o avanço do islamismo e com a formação do grande império árabe. Mesmo assim, os ensinamentos cresceram e se espalharam pela Ásia. Em cada cultura foi adaptado, ganhando características próprias em cada região.”

Ao longo dos séculos, o budismo se diversificou em muitas formas, mas existem pelo menos duas que vingaram ou são mais conhecidas nos dias atuais: o da Escola Theravada e o da Mahayana. "A primeira grande divisão dos praticantes budistas na Índia aconteceu cerca de 100 anos depois da morte de Buda (entre 500 e 400 A.C.), quando houve divergências sobre a doutrina".

“Foi no século VIII que o rei do Tibete convidou o grande mestre indiano Padmasambhava a ir ao Tibete ensinar o budismo. Na altura, o Tibete era povoado de seres rudes que possuíam como religião uma forma de xamanismo chamada Bön. [...] o Budismo adaptou-se à mentalidade e moldou-se aos costumes dos tibetanos. Ganhou raízes e properou através dos séculos até pouco tempo, quando nos anos cinquenta o Tibete foi invadido pelos chineses.”

Como bem está escrito num site, “com ar de cinema”, estreia hoje, no horário das 18h, a novela Joia Rara, de Thelma Guedes e Duca Rachid, inspirada na filosofia budista e ambientada no período que sucede a segunda Guerra Mundial – entre 1934 e 1945. "A base da novela é uma história de amor totalmente shakespeariana. A reencarnação de um monge é fruto dessa paixão, que vive em meio aos primeiros ecos da guerra e à boêmia da época", detalhou Duca. Em meio a uma trama de amor, ódio, intrigas e vinganças, a novela vai trazer também a cultura e a filosofia budistas e reforçar, de certa forma, o que até hoje é apregoado, do Oriente ao Ocidente – que Siddhartha Gautama, o Buda, teria fundado uma religião – o budismo, com seus rituais e suas preces –, quando ele, na verdade, repudiara tais práticas em seu tempo e apenas recomendara, aos que sentaram-se ao seu redor para ouvir, a busca da Verdade, com sinceridade e destemor.

Evidentemente que a emissora, através da produção da novela, procurou se respaldar ao máximo do que é vigente, apesar de errôneo, a respeito do budismo. No entanto, fica aqui a ressalva de que com isso a Globo apenas propaga e perpetua um erro.
Para encerra este artigo, gostaria de lembrar que aqui não se trata apenas de mero ponto-de-vista meu, pois o objetivo maior deste texto é trazer à luz as conquistas dos Avatares (como Krishna, Buda e Cristoo, por exemplo) e as distorções surgidas a partir dos seus ensinamentos, que em breve se tornam religiões, fazendo deturpar todo o esforço empreendido pelos "Iluminados". Quem tiver ouvidos para ouvir, que ouça!

“Buda não é Deus segundo a concepção do Budismo. Buda significa “aquele que despertou de um sono profundo”. Buda é um estado de Ser. Todos nós somos Buda, apenas estamos adormecidos deste estado." (Nello Júnior)

“Estudar o Caminho de Buda é estudar a si mesmo.
Estudar a si mesmo é esquecer-se de si mesmo.
Esquecer-se de si mesmo é ser iluminado por tudo o que existe. Transcender corpo e mente seus e dos outros. Nenhum traço de iluminação permanece e a iluminação é colocada a disposição de todos os seres.” - Mestre Zen Eihei Dogen (1200-1253)


*Lumbini, palavra sânscrita, que significa “a adorável”, é um dos quatro lugares sagrados de peregrinação budista. Está localizado no Nepal, no sopé dos Himalayas , a 25 km a leste da cidade nepalesa de Kapilavastu, distrito Rupandehi, perto da fronteira indiana.

Fontes de Referências:
O Evangelho de Buda, de Yogi Kharishnanda, Ed. Pensamento;

http://www.suapesquisa.com/budismo/

http://bemzen.uol.com.br/noticias/ver/2012/06/30/870-budismo-o-surgimento

http://diversao.terra.com.br/tv/novelas/com-ar-de-cinema-joia-rara-estreia-nesta-segunda-veja-quem-e-quem,6aebb01d5bd11410VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html,

http://blog.opovo.com.br/yoga/227/